Professora do UNIVAR participa do Comitê de classificação funcional paralímpico durante o Circuito Brasil em Recife

Professora do UNIVAR participa do Comitê de classificação funcional paralímpico durante o Circuito Brasil em Recife

Matéria com a parceria da Fisioterapeuta Esp. Amanda Paula Balan  Crefito 3-225792-F

Amanda Balan, professora do curso de Fisioterapia do Centro Universitário do Vale do Araguaia (UNIVAR) fez parte da banca de classificação de paratletas durante a etapa Norte e Nordeste do Circuito Brasil Loterias Caixa 2020 em Recife (PE) entre os dias 13 e 15 deste mês.

O evento é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e acontece em quatro fases regionais; Circuito Regional Centro/Leste, Regional Rio/Sul e Regional São Paulo e Regional Norte/ Nordeste, com o apoio e patrocínio das Loterias Caixa. 

A professora Amanda é especialista em Fisioterapia Desportiva e compõe desde Junho de 2018 a banca que é responsável por classificar os atletas, mas desde 2017 participa das competições, “no final de 2017 eu realizei o curso e fui para competições como trainee, após esse processo me tornei oficialmente classificadora em Junho de 2018″

A docente Amanda Balan realizando consulta durante o comitê passado.

Segundo a docente essa classificação é de extrema importância, só assim é possível garantir que os atletas estarão em condições de igualdade para competir em cada modalidade “é ela quem determina se o atleta se enquadra no esporte paralímpico ou não (…) na classificação identificamos se a deficiência física apresentada impacta minimamente a performance, é na classificação funcional que conseguimos tornar a competição mais justa possível, já que atletas que têm a mesma patologia, apresentam acometimentos muito diferentes uns dos outros”.

O papel do avaliador é identificar se o atleta é elegível para competir em esportes paralímpicos, na primeira fase a classificação funcional física é feita por Médicos e Fisioterapeutas, que fazem uma avaliação clínica e atestam e o impacto da patologia física do atleta. A segunda parte do processo de classificação é feita por um educador físico, que faz a avaliação técnica dos paratletas e existe também a avaliação funcional para deficientes visuais que é feita por Oftalmologistas. 

Toda a avaliação é feita seguindo regras e critérios definidos pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC) e a partir desses resultados o atleta é alocado em uma classe que corresponda ao seu perfil para que a competição seja disputada de maneira justa.

A avaliação antecedeu e classificou os paratletas para as competições nas modalidades de Atletismo, Natação e Halterofilismo.

 Para a professora essa experiência como avaliadora no Circuito agrega tanto no sentido pessoal como profissionalmente, “isso permite um olhar cada vez mais clínico e eficiente sobre os atletas, para que as classes funcionais sejam cada vez mais assertivas (…)  a troca de conhecimentos e experiências entre os classificadores, e até mesmo entre classificadores e atletas nos torna mais empáticos e humanos”.

 

Deixe seu comentário

× Chamar no Whats!