Frangos não tem hormônios sintéticos, diz pesquisadora do UNIVAR no dia da Avicultura

Frangos não tem hormônios sintéticos, diz pesquisadora do UNIVAR no dia da Avicultura

A avicultura é a criação de aves para produção de alimentos, em especial carne e ovos. É um dos setores mais importante do agronegócio brasileiro e também o que mais cresceu nos últimos anos. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o país se posiciona em segundo maior produtor e primeiro exportador mundial de carne de frango. Quanto as aves de postura (poedeiras) e aos ovos, o destino da produção brasileira é interno, em torno de 99%, com um consumo médio de 192 ovos por ano. É considerado o segundo alimento mais completo nutricionalmente (sendo o primeiro, o leite materno).

A revolução da avicultura comercial brasileira se deve a vários fatores como melhoramento genético, sistema de produção integrado, nutrição específica, manejo adequado, controle ambiental, sanitário e de qualidade da carne e ovos. A professora e pesquisadora de zootecnia e medicina veterinária Natália Mora defende “é pertinente contrapor a crença popular de que a carne de aves tem hormônios sintéticos e que são prejudiciais à saúde humana. Além dos fatores mencionados anteriormente que alavancam a eficiência produtiva dessa espécie, no Brasil é proibido por lei seu uso (IN 17/2004 – MAPA).”

No curso de Zootecnia Univar está sendo iniciado pesquisas com alimentos alternativos para frangos e codornas de corte como a utilização de farinhas de larva do Tenebrio molitor, um besouro. Rico em proteína, pode substituir o farelo de soja que encarece as rações para as aves. É uma forma de incentivar micro e pequenos produtores regionais a continuarem ou iniciarem a produção de aves com melhor viabilidade.

Deixe seu comentário