A PALAVRA DE ORDEM PARA A CONTABILIDADE EM MEIO A PANDEMIA É CALMA, RESSALTA COORDENADORA DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DO UNIVAR

A PALAVRA DE ORDEM PARA A CONTABILIDADE EM MEIO A PANDEMIA É CALMA, RESSALTA COORDENADORA DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DO UNIVAR

A situação de pandemia instaurada no Brasil em razão do novo coronavírus (COVID-19) tem feito com que vários empresários e empreendedores enfrentassem uma situação nunca antes imaginada. O colapso na saúde pública e o distanciamento social diminuiu o poder de compra do brasileiro fazendo com que muitos autônomos e profissionais liberais composse a nova classe de desempregados no país que já somam 11,2% segundo a Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (PNAD Contínua).

Dentre várias medidas anunciadas pelo Ministro da Economia Paulo Guedes para sustentar a economia, uma das principais trata-se do adiamento do recolhimento do imposto do Simples Nacional, pelo período de três meses, o que vai corresponder a uma renúncia temporária de R$ 22,2 bilhões da União. A medida vai beneficiar, aproximadamente, 4,9 milhões de empresas, que são optantes do regime tributário. O pagamento dos impostos será adiado para o segundo semestre deste ano de 2020.

Isso significa que o pequeno empresário terá um tempo de recuperação para o pagamento de impostos para que a empresa tenha condições de continuar funcionando. Além disso, os bancos poderão conceder empréstimos para o Capital de Giro  que serão viabilizados por meio do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) pelo Programa de Geração de Renda (Proger).

Já no campo da empregabilidade o governo editou a Medida Provisória 936/2020 que permitiu entre outras coisas, a suspensão do contrato de trabalho por 60 dias e o corte de até 70% do salário dos trabalhadores. As pequenas e médias empresas estão amparadas por essa medida provisória, além do pagamento do Simples nacional.

Embora a palavra deste momento para a contabilidade  em meio a pandemia é calma, vale ressaltar que muitas medidas são temporárias e que o Governo acredita que mesmo adiando o prazo de pagamento a perda econômica poderá resultar em um aumento das Propostas de Emendas Constitucionais (PEC’s) para que mesmo com todos os impactos da COVID-19 haja uma recuperação sustentável da nossa economia é o que acredita a contadora e coordenadora do curso de Ciências Contábeis do Centro Universitário do Vale do Araguaia, Joaneluzia Oliveira.

Deixe seu comentário